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    ManpowerGroup Employment Outlook Survey: 4º trimestre 2019:
     
    Mercado de trabalho em Portugal mantem-se forte nos últimos três meses do ano marcando o 14º trimestre consecutivo de crescimento 
     
     
    • A Projeção para a criação líquida de emprego em Portugal é de +10%, um valor 2 pontos percentuais acima do observado no mesmo período de 2018.
    • Nos últimos três meses deste ano, as Grandes Empresas e o setor das Finanças, Seguros, Imobiliário e Serviços voltam a ser aqueles que mais pretendem aumentar a sua força de trabalho.  
     
    Depois de um período de verão marcado por um mercado de trabalho bastante dinâmico, os empregadores portugueses mantêm intenções de contratação fortes para o último trimestre de 2019. Segundo os dados do mais recente ManpowerGroup Employment Outlook Survey, a Projeção para a criação líquida de emprego é de +10%, em crescimento de 2 pontos percentuais quando comparado com o período homólogo de 2018. 
     
    O estudo trimestral da ManpowerGroup avalia as intenções de contratação de 59.000 empregadores a nível mundial, 625 dos quais em Portugal. A todos os participantes foi colocada a questão “Quais as alterações que prevê para o emprego na sua região, nos três meses que terminam em dezembro de 2019, em comparação com o trimestre atual?” Para o último trimestre deste ano, 14% dos empregadores revelaram pretender aumentar o número de colaboradores, 4% antecipam uma diminuição nas contratações e 80% consideram que não haverá quaisquer alterações. 
     
    “Passado o período de Verão, tradicionalmente com maior procura, confirmamos que o mercado de trabalho em Portugal continua forte, com a maioria dos setores a projetar aumentar as contratações no ultimo trimestre de 2019.” refere Raúl Grijalba, Mediterranean Regional Managing Director da ManpowerGroup. 
     
    “Estas projeções, a par dos reduzidos valores da taxa de desemprego, reforçam um cenário de escassez de Talento em Portugal. Neste contexto, é fundamental que as empresas apostem por abordagens inovadoras na sua estratégia de captação e retenção de Talento, oferecendo propostas de valor assentes em tecnologia disruptiva, reforçada pelo valor diferencial das interações pessoais, para poder conectar com candidatos cada vez mais exigentes e diversos.” 

     


    Neste quarto trimestre de 2019, todos os sectores analisados, à exceção da Indústria, apresentam Projeções para criação líquida de emprego positivas. À semelhança do período anterior, o setor das Finanças, Seguros, Imobiliário e Serviços é o que comunica maiores intenções de contratação de aqui até ao final do ano, anunciando uma criação liquida de emprego de +20%, um valor 10 pontos percentuais superior ao observado no mesmo período de 2018. 
    É também esperada uma atividade de contratação elevada no setor da Construção, com uma projeção de +16%. O mesmo observamos no setor Público e no setor da Restauração e Hotelaria, onde as perspetivas se situam em +14% e +13%, respetivamente. Comparando com o período homologo de 2018 estes 3 sectores estão em franco crescimento, com variações de 14, 7 e 17 pontos percentuais respetivamente.
    No sentido inverso, as previsões mais fracas para o próximo trimestre observam-se no setor Industrial, com uma projeção de -2%, em redução de 4 e 9 pontos percentuais com respeito ao trimestre anterior e ao período homólogo de 2018, respetivamente. Os empregadores do setor dos Transportes, Logística e Comunicações também anunciam quebras nos planos de contratação, com reduções de 14 e 10 pontos percentuais, na comparativa trimestral e anual.
     
    Empregadores na região Centro continuam a ser os que mais pretendem contratar
     
    As empresas portuguesas esperam aumentar as contratações em todas as regiões consideradas no estudo durante o período de outubro a dezembro. O Grande Porto e a região Centro registam o maior aumento, com uma Projeção para a criação líquida de emprego de +13%, enquanto no Norte e na Grande Lisboa este indicador se situa nos +11% e +10% respetivamente. As contratações devem registar um ritmo mais lento no Sul, onde a previsão é de apenas +2%. Nesta região, as perspetivas de contratação caem 8 pontos percentuais em comparação com o terceiro trimestre de 2019, sendo, no entanto, 5 pontos superiores à projeção anunciada no mesmo período de 2018. 
    Quando comparadas com o período homologo de 2018, as intenções de contratação são também mais fortes na região Centro, na grande Lisboa e no grande Porto. Só na região Norte é que observamos uma ligeira contração, diminuindo 3 pontos percentuais.
     
    Intenções de contratação aumentam em todas as categorias de dimensão de empresa
     
    Na comparação por dimensão, todas as categorias em análise mostram que pretendem continuar a contratar novos colaboradores. As Grandes empresas são as que preveem um aumento mais significativo nos níveis de contratação, com uma Projeção para a criação líquida de emprego de +22%, embora em contração de 9 pontos percentuais quando comparamos com o período homologo do ano passado. Também as Médias empresas relatam um aumento considerável nas perspetivas de contratação, com projeções de +16% e em crescimento de 7 pontos com respeito ao quarto trimestre de 2018. 
    Em relação às restantes categorias, são reportadas perspetivas de +7% e +3% pelos empregadores das Pequenas e Microempresas, respetivamente.
     
    Empresas de 43 países participantes projetam ganhos na criação de emprego
     
    O estudo da ManpowerGroup referente ao quarto trimestre de 2019 mostra que o mercado de trabalho deverá manter-se moderadamente ativo, refletindo o atual panorama económico mundial. As intenções de contratação são positivas em 43 dos 44 países analisados. Quando comparamos com o período entre julho e setembro, as projeções para a criação líquida de emprego aumentam em 15 países, enfraquecem em 23 e permanecem inalteradas em 6. As perspetivas de contratação são mais fortes no Japão, em Taiwan, nos EUA, na Índia e na Grécia, enquanto que as empresas em Espanha, na República Checa, Suíça, Argentina e Costa Rica se mostram menos otimistas.
     
     
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