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    O choque induzido pela COVID-19 chegou numa altura em que o mercado de trabalho já atravessava um período de transformação e de mudanças. A quarta revolução industrial, caracterizada por uma maior digitalização e automação, gerou uma profunda evolução nas competências exigidas pelos trabalhos desta nova década comparativamente com as que eram necessárias há cinco ou dez anos atrás. A pandemia acelerou esta mudança. Para pessoas e empresas, conciliar estes choques de curto prazo e as tendências de longo prazo é um desafio. À medida que as empresas se ajustam à economia pós-pandémica, muitas irão procurar fazer uso das competências dos seus colaboradores da forma mais eficaz.

    Num clima de incerteza económica, e com um mercado de trabalho a passar por um período de transformação radical, o Outplacement é um instrumento cada vez mais importante para ajudar os trabalhadores e as empresas a ajustarem-se. O A correta correspondência entre trabalhadores e empregos desempenha também um papel vital num funcionamento eficiente das economias.

    O futuro do Outplacement está assente em duas linhas orientadoras: o conhecimento baseado em dados e a inteligência emocional – funcionando como um diapasão, ao afinar e orientar o processo de transição. O Outplacement precisa de se adaptar ao papel vital que irá desempenhar, ao guiar pessoas e organizações através da recuperação pandémica, ajudando a criar uma força de trabalho confiante, ágil e valiosa, capaz de enfrentar os desafios dos anos futuros.

    Para saber mais, consulte o nosso último estudo, " Carreiras em transição: Como o Outplacement está a evoluir para ajudar empresas e trabalhadores a responder às mudanças no mundo do trabalho?”

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