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    De acordo com o primeiro Manpower Employment Outlook Survey (MEOS), os candidatos a um emprego em Portugal, poderão beneficiar de um contexto de contratação favorável nos próximos três meses. Dos 629 empregadores portugueses que participaram neste inquérito, 76%, planeia manter intacta a sua força de trabalho; 2%, não sabe; 16%, planeia aumentar a contratação, e 6%, planeia reduzi-la. Estas intenções de contratação traduzem-se numa Projeção de 
    Emprego de +10%. 
     
    “Estamos muito satisfeitos por lançar o Manpower Employment Outlook Survey (MEOS) em Portugal”, refere Nuno Gameiro, Country Manager da ManpowerGroup em Portugal. “Durante mais de 50 anos, em 43 países e territórios, este inquérito tem sido considerado um dos indicadores mais fidedignos para o emprego, e agora, com o lançamento do mesmo em Portugal, temos a oportunidade de partilhar também as tendências do emprego com candidatos e empregadores de Norte a Sul do país”
     
    “O inquérito é realizado a cada três meses e com o decorrer do tempo, conseguiremos identificar e acompanhar os padrões de confiança dos empregadores portugueses, em nove dos principais setores de atividade e em cinco regiões do país”, acrescentou o mesmo responsável. 
     
    O inquérito revela que os empregadores portugueses do setor da Agricultura, Floresta e Pescas (+27%), são aqueles que mais planeiam contratar, com perto de um terço dos inquiridos a referir que planeia aumentar o número de trabalhadores durante o terceiro trimestre. As intenções de contratação são igualmente elevadas nos setores dos Transportes, Logística e Comunicações (+22%), e na Restauração e Hotelaria (+20%), nos quais cerca de um quarto dos empregadores referiu pretender aumentar a sua.
     
    O setor com perspetivas menos positivas – o único com intenções de contratação negativas – é o setor Público (-2%), seguindo-se, já em terreno positivo, mas muito modesto (+2%), o setor da Construção. 
     
    “No setor Financeiro, dos Seguros, Imobiliário e Serviços, há igualmente uma projeção positiva (+12%), entre as empresas com intenção de contratar, e, apesar de menos expressivas, também as percentagens dos setores do Fornecimento de Eletricidade, Gás e Água, do Comércio Grossista e Retalhista, e da Indústria, com (+8%), (+7%) e (+6%), respetivamente, são encorajadoras”, sublinha Nuno Gameiro, salientando, ainda, o facto de “as perspetivas de contratação serem transversais a empresas de todas as dimensões, embora nas Grandes (+15%) e nas Pequenas Empresas (+11%), sejam mais significativas do que nas Micro (+8%) e nas Médias (+6%)”. 
     
    As intenções positivas são registadas em todas as cinco regiões analisadas, sendo que os empregadores do Sul do país revelam as perspetivas mais favoráveis para o trimestre (+13%), enquanto os da Grande Lisboa esperam um ritmo de crescimento de emprego mais modesto (+7%). 
     
    “Parece natural que no Sul, onde o turismo tem maior relevância durante os meses de verão, exista maior necessidade de contratar. Esta ideia parece, aliás, suportada pelo facto de o setor da Restauração e Hotelaria ser um dos que mais prevê reforçar a sua força de trabalho (+20%)”, afirma o responsável, acrescentando que, ainda assim, os +7% previstos para a Grande Lisboa, e os +9% registados no Norte, Centro e Grande Porto, permitem “falar de um otimismo moderado”, se considerarmos todo o território continental.
     
    Os dados completos de cada um dos 43 países e territórios, incluídos no inquérito do terceiro trimestre, bem como, as comparações regionais e globais, podem ser consultados em www.manpowergroup.com/meos. Os resultados do próximo inquérito serão divulgados a 13 de setembro de 2016, e revelarão as perspetivas do mercado do trabalho para o quarto trimestre de 2016.
     
    Sobre o Manpower Employment Outlook Survey (MEOS) 
    O Manpower Employment Outlook Survey (MEOS) é realizado trimestralmente, com o objetivo de medir as intenções dos empregadores de aumento ou redução do número de trabalhadores ao seu serviço, durante o trimestre seguinte. Este inquérito, realizado pela ManpowerGroup, é realizado há mais de 50 anos e constitui uma das mais fidedignas e abrangentes projeções da atividade empregadora em todo o mundo. Vários fatores têm contribuído para o sucesso e reconhecimento do Manpower Employment Outlook Survey (MEOS): 
    • É único: não existe outro inquérito com a mesma antiguidade, dimensão, abrangência e temática; 
    • Virado para o futuro: é, em todo o mundo, o inquérito mais extenso e focado na projeção de emprego para o trimestre seguinte, em contraste com outros inquéritos que se concentram em dados retrospetivos e que visam apenas dar nota do que aconteceu; 
    • Independente: o inquérito é realizado com uma amostra representativa dos empregadores de todos os países e territórios onde é realizado. Os participantes no inquérito não derivam da base de dados da ManpowerGroup; 
    • Abrangente: o inquérito é baseado em entrevistas realizadas a cerca de 59.000 mil empregadores públicos e privados, em 43 países e territórios. Esta amostra permite uma análise detalhada de regiões e setores específicos; 
    • Objetivo: durante mais de cinco décadas, as conclusões do inquérito resultam de uma única pergunta: “Que alterações prevê no emprego da sua região, para os três meses que terminam em setembro de 2016, em comparação com o atual trimestre?”.
    Metodologia 
    O Manpower Employment Outlook Survey (MEOS) é realizado segundo uma metodologia reconhecida, e de acordo com os mais elevados padrões da pesquisa de mercado. O inquérito foi construído para ser representativo de cada economia nacional. A margem de erro para todos os dados nacionais, regionais e globais não ultrapassa os +/-3,9%. 
     
    Nove setores considerados 
    1.  Agricultura, Floresta e Pescas; 
    2.  Construção Civil; 
    3.  Fornecimento de Eletricidade, Gás e Água; 
    4.  Finanças, Seguros, Imobiliário e Serviços;   
    5.  Indústria; 
    6.  Público; 
    7.  Restauração e Hotelaria; 
    8.  Transportes, Logística e Comunicações; 
    9.  Comércio grossista e retalhista. 
     
    Dimensões das empresas participantes: 
    1.  Microempresas, com menos de 10 trabalhadores; 
    2.  Pequenas empresas, com 10 a 49 trabalhadores; 
    3.  Médias empresas, com 50 a 249 trabalhadores; 
    4.  Grandes empresas, com 250 ou mais trabalhadores. 
     
    Em Portugal, são cinco as regiões em análise: 
    1.  Norte; 
    2.  Centro; 
    3.  Sul; 
    4.  Grande Lisboa; 
    5.  Grande Porto.
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